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quarta-feira, 1 de novembro de 2017

A GESTÃO DA EDUCAÇÃO ANTE AS EXIGÊNCIAS DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DA ESCOLA PÚBLICA

Vitor Henrique Paro** 

O caráter mediador da administração manifesta-se de forma peculiar na gestão educacional, porque aí os fins a serem realizados relacionam-se à emancipação cultural de sujeitos históricos, para os quais a apreensão do saber se apresenta como elemento decisivo na construção de sua cidadania. Por esse motivo, tanto o conceito de qualidade da educação quanto o de democratização de sua gestão ganham novas configurações. O primeiro tem a ver com uma concepção de produto educacional que transcende a mera exposição de conteúdos de conhecimento, para erigir-se em resultado de uma prática social que atualiza cultural e historicamente o educando. O segundo, ultrapassando os limites da democracia política, articula-se com a noção de controle democrático do Estado pela população como condição necessária para a construção de uma verdadeira democracia social que, no âmbito da unidade escolar, assume a participação da população nas decisões, no duplo sentido de direito dos usuários e de necessidade da escola para o bom desempenho de suas funções.


PARO, Vitor Henrique. A GESTÃO DA EDUCAÇÃO ANTE AS EXIGÊNCIAS DE QUALIDADE E PRODUTIVIDADE DA ESCOLA PÚBLICA. Disponível em: https://goo.gl/v5U7VU Acessado em: 15 de julho de 2017.


Entrevista com Prof. Vitor Paro


Sugestão de leitura
PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. 3. ed. São Paulo: Ática, 2012.

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O coordenador pedagógico dentro das instituições de ensino.



Sabe-se que esse sujeito tem o principal papel de organizar e mediar as tarefas da escola em um todo. Sendo assim, enfrenta desafios de construir um novo perfil profissional.
O coordenador deve ter um olhar crítico para poder perceber o espaço e suas relações entre professores, alunos e instituição, visando as necessidades enfrentadas pelos professores no que diz respeito ao planejamento escolar para que possa contribuir de forma significativa para a qualidade do ensino.

Sugestão de leitura:
O PAPEL DO COORDENADOR PEDAGÓGICONO COTIDIANO ESCOLAR

Manoela e Jaqueline


O papel do diretor na instituição escolar


diretor é o gestor escolar por excelência, aquele que lidera, gerencia e articula o trabalho de professores e funcionários em função de uma meta: a aprendizagem de todos os alunos. É ele quem responde legal e judicialmente pela escola e pedagogicamente por seus resultados - essa última atribuição, a mais importante, é às vezes esquecida. 
Para que o trabalho do diretor seja feita de forma eficiente é preciso da colaboraçao dos coordenadores e supervisores, uma vez que cada um desempenha um papel diferenciado e importante, agregando conhecimentos  e desenvolvendo uma gestão escolar eficaz.
O foco do trio gestor tem sido a formação: o supervisor cuida dos coordenadores e diretores, que, por sua vez, formam os professores (veja infográfico abaixo). O diretor pode - e deve -- participar dos horários de trabalho pedagógico coletivo (HTPC), mas seu principal papel é garantir que a formação ocorra, reservando espaços e horários e providenciando materiais. O coordenador é o responsável pelas ações pedagógicas e tem a função de relatá-las ao diretor, explicando as que deram bons resultados e indicando o que precisa ser melhorado. Os resultados são discutidos e levados ao supervisor, que ajuda a pensar estratégias para superar os problemas.
É preciso ressaltar que muitas redes ainda não têm uma estrutura que permita a integração do trio gestor. Noutras, mesmo com a existência das funções, não há uma cultura de colaboração. "Muitas vezes, existe um embate entre os profissionais e o trabalho simplesmente não sai: o diretor acha que o supervisor não sabe o que ocorre dentro da escola e rejeita orientação, mas, ao mesmo tempo, demanda providências da Secretaria para fazer uma boa gestão", conta Helenice Maria Sbrogio Muramoto, professora da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e doutora pela Universidade de São Paulo com a tese Ressignificando a Supervisão Escolar

Sugestões de leitura:
http://unifia.edu.br/revista_eletronica/revistas/gestao_foco/artigos/ano2013/setembro/descent.pdf

ALUNAS:
Aline, Bianca,Carine, Danielle e Francielle


O papel do diretor na escola


Um bom diretor escolar pode mudar o rumo da aprendizagem dos alunos da escola que dirige. No entanto, os caminhos para se tornar um gestor escolar no Brasil ainda são pouco qualificados. Poucos também são os alunos, os pais e os funcionários que sabem de que maneira o diretor da escola da sua comunidade foi escolhido. O modelo ideal para promover esses cargos é a combinação entre o processo seletivo e eleições. Portanto, para que isso ocorra, é necessário que além de administrar, cuidar de orçamentos da escola, calendários, quem dirige a escola precisa ter uma postura de educador e exercer a capacidade de administrar e desenvolver suas funções com coerência. Segundo a LDB, a gestão tem suas peculiaridades e princípios como: participação do corpo profissional na elaboração do PPP, participação da comunidade entre outros aspectos que são de responsabilidades do diretor ao colocar em pauta todos esses requisitos postos pela lei. 

Elle dos Santos Oliveira
Isabel Maria dos Santos
Maria Joézila Santos Dórea 
Tânia Santos 


Funções e Objetivos do Coordenador no ambiente escolar.

Coordenador Pedagógico
        Segundo o dicionário a palavra coordenar significa 一 Dispor segundo certa ordem e método; organizar, arranjar e ligar. O coordenador faz uma ligação entre a escola e comunidade, também faz uma mediação entre todos os participantes da escola (Diretor, professor, aluno, funcionários, etc.). Tem por objetivo refletir sobre o papel do pedagogo na função de coordenador pedagógico frente aos desafios escolares, bem como as direções que este profissional poderá tomar para trabalhar em parceria com os demais professores, educadores, gestores e alunos. Sua função é acompanhar os docentes em seu trabalho pedagógico motivando-os, auxiliando-os e estimulando-os a procurar fontes de (in)formação, refletindo sobre sua prática pedagógicas. 

Sugestão de leitura.
O COORDENADOR PEDAGÓGICO FRENTE AOS DESAFIOS ESCOLARES 


Alunos: Maria Lucielma, Ronne Santos, Tainara Ribeiro.


O supervisor e sua importância


O cargo de supervisor escolar  tem como atribuição garantir que a escola cumpra com a sua função social de socialização e construção do conhecimento. Assegurando, assim que a escola não se desvie de seu objetivo, proporcionando a qualidade na escola, para que se desenvolva uma ação pedagógica coerente com a concepção da formação de alunos críticos, cumprindo com seus deveres e usufruindo de seus direitos.
Rangel (1997, p. 147) contribui definindo que o “‘Supervisor’ o que procura a “visão sobre”, no interesse da função coordenadora e articuladora de ações é também quem estimula oportunidades de discussão coletiva, crítica e contextualizada do trabalho”.
A função do supervisor escolar está centrada na ação pedagógica, processos
de ensino e aprendizagem. Entendemos que o papel do supervisor escolar é
muito importante, junto ao corpo docente e discente e toda equipe técnica
escolar; não apenas um solucionador de problemas, mas também que o
mesmo desenvolva trabalhos relacionados à prevenção da indisciplina na
escola. Visto que a indisciplina está relacionada não apenas a um problema
único, mas que muitas vezes acaba envolvendo aspectos relacionados à
família, situações sociais, escola, comunidade, entre outros; cabe ao supervisor
possibilitar métodos que auxiliem na ação/reflexão das práticas pedagógicas.
Portanto a indisciplina escolar ainda tem sido um desafio que precisa ser
superado, não sendo considerado um fenômeno estático e sim complexo, com
isso suas expressões tem se mostrado crescente nas últimas décadas.
Algumas atribuições e sugestões para a ação do supervisor escolar: Socializar
o saber docente (troca de experiências); Discutir permanentemente o
aproveitamento escolar e a prática docente; Assessorar individualmente e
coletivamente o corpo docente no trabalho pedagógico interdisciplinar;
Coordenar e participar dos conselhos de classe.

Links para leitura complementar:
http://centraldeinteligenciaacademica.blogspot.com.br/2014/10/atribuicao-
funcao-e- papel-do-supervisor.html



Amanda Oliveira
Erica de Oliveira
Josefa Larissa 
Maria Jaqueline
Orlaneide Batista


Supervisor escolar : um papel mais que importante


Artigo: O Papel do Supervisor Escolar

clique na  imagem ou aqui para abrir o artigo completo
   
    Atualmente estamos passando por mudanças em nosso cotidiano que por muitas vezes não sabemos como conduzir, essas mudanças vem ocorrendo em maneiras tão proporcionais que vem interferindo em todos os ambientes pelo qual circulamos. Em termos de escola, por exemplo, esta vem enfrentando dificuldades de ordem social e econômica, sejam elas públicas ou privadas, o que se reflete diretamente no desenvolvimento do trabalho pedagógico desenvolvido. Cabendo ao Supervisor escolar se responsabilizando por fatores que ele deve interferir e intervir para um melhor resultado nas avaliações escolares com a finalidade de contribuir efetivamente com a qualificação do trabalho docente passando a se encontrar em novos desafios e com o objetivo de formar-se para poder formar, servir para poder liderar, agir para poder transformar. 


alunos 
 Iagor souza e Maria Fabiana 




Como atua o trio gestor

Clique na imagem para saber como três redes de ensino se estruturaram para garantir o perfeito encaixe do trabalho de supervisores, diretores escolares e coordenadores pedagógicos

 Clique aqui para abir a página no site GESTÃO ESCOLAR

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Gestão Educacional - Unidade I

Registros fotográficos dos mapas-mentais e seminário que foram preparados durante a Unidade I da disciplina Gestão Educacional, do curso de Pedagogia, nas FISE. 

Para a composição dos mapas mentais, foi solicitado à turma que se dividissem em quatro grupos. O tema central era Gestão Democrática na Escola. Abaixo, os registros desse momento.





A realização do seminário teve o propósito de contemplar a obra "A Escola e o Conhecimento: fundamentos epistemológicos e políticos" de autoria de Cortella, que consta na ementa da disciplina como bibliografia básica. A turma foi dividida em 5(cinco) grupos e cada um ficou com a responsabilidade de estudar e apresentar um capítulo da obra. Os alunos tiveram autonomia para decidir o formato da apresentação, fato que garantiu bons e criativos resultados. Abaixo estão os cliques desse momento.











terça-feira, 29 de agosto de 2017

Educação, Ética e Cidadania

EDUCAÇÃO, ÉTICA E CIDADANIA

Comportamento social
  • Leis: princípios que regem o comportamento social.
  • Historicamente
    • religião
    • política
  • Etimologia: A palavra “ética” vem do Grego “ethos” que significa “modo de ser” ou “caráter”. Já a palavra “moral” tem origem no termo latino “morales” que significa “relativo aos costumes”

A relação entre ética e educação
  • Ética é considerada ciência na Idade Contemporânea (Compreendido entre a Revolução Francesa de 1789 e os dias atuais).
  • É relevante para a formação moral, intelectual e teológica dos seres humanos.
  • Promove a compreensão do ser inserido na sociedade, ciente das sua responsabilidade enquanto cidadão.
  • Abrange perspectiva coletiva, pois é vivenciada em contextos político, social, econômico e educacional
  • Orienta a prática da cidadania pois desenvolve a capacidade de relacionar conhecimentos e habilidades.

Educação e ética na sociedade globalizada: enfatiza o pensamento multicultural, advindo da apropriação crítica de conhecimentos, numa relação funcional com as novas tecnologias.


O Educador e a ética: ultrapasse a dimensão moral na direção da postura ética, transformando e refletindo a esperança de uma sociedade solidária e justa.



Recomendação de leitura

PEREIRA, Eliana Alves; SILVA, Elói Lopes da. Educação, Ética e Cidadania: a contribuição da atual instituição escolar. Disponível em: https://goo.gl/emnFGS acessado em: 30/07/2017

Educação, Ética e Cidadania: a contribuição da atual instituição escolar

Eliana Alves Pereira, Elói Lopes da Silva

Resumo

            O presente texto apresenta uma reflexão sobre a contribuição da instituição educacional na formação integral (moral e intelectual) de um indivíduo na sociedade e a problematização da questão da ética na educação, identificando dessa forma se a instituição educacional tem tido êxito no seu desempenho para com a sociedade no que se refere à formação de um cidadão ético. Para isso, faz-se necessária em princípio uma análise conceitual sobre a relação entre ética e educação, a fim de verificar se as práticas pedagógicas adotadas para o ensino nas escolas têm sido pautadas nos princípios da cidadania, para que, dessa forma, o objetivo da educação, que é a construção de cidadãos participativos e conscientes, isto é, indivíduos responsáveis e solidários com a comunidade e autônomos intelectualmente, sejam alcançados de forma significativa.

Palavras-chave: Ética. Educação. Cidadania. Autonomia

Link para artigo completo: http://www.reveduc.ufscar.br/index.php/reveduc/article/view/12


Para aprofundar a leitura
SAVIANI, Dermeval. ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA. disponível em: https://goo.gl/wEP3fc acessado em: 30/07/2017


Questões norteadoras para registro de comentário.

1. Como a educação pode contribuir para a construção de cidadãos participativos e conscientes dos seus deveres e direitos sociais?

2. Qual necessidade da ética na educação, para a formação integral de um cidadão?

3. A concepção ética de responsabilidade solidária, oportuniza um espaço público democrático?

4. Como percebem o desenvolvimento de capacidades individuais relacionadas às oportunidades em nossa desigual sociedade?


"Chamamos de ética o conjunto de coisas que as pessoas fazem quando todos estão olhando. O conjunto de coisas que as pessoas fazem quando ninguém está olhando chamamos de caráter".
Oscar Wilde

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Indicadores de qualidade de Sites Educativos

Para Ana Amélia Amorim Carvalho (cf. pp. 18-25) existem nove dimensões que devem estar patentes na análise do «website educativo» e que são indicadores da sua qualidade:

1 – Identidade – em que se integra a) o nome do site, b) o propósito ou finalidade do site, c) a autoridade, e d) a data de criação e a última actualização. Segundo a autora, “estes dados devem constar, preferencialmente, na página inicial do site”.

2 – Usabilidade – em que se deve ter presente a) a estrutura do site, b) a navegação e orientação no site, c) a interface. O «website educativo» deve cumprir a facilidade em usar e aprender a usar, para assim se tornar intuitivo para o aluno.

3 – Rapidez de acesso – em que se deve atender também ao facto das hiperligações estarem todas activas, para se facilitar o rápido acesso a alguma informação.

4 – Nível de interactividade – um bom «website educativo» deve motivar, desafiar, envolver os alunos para que se sintam motivados a explorar o site e a aprender com eficácia. Por isso é fundamental a interactividade (com por exemplo: preenchimento de formulários, feedback, ou mesmo colaborar online).

5 – Informação – em que se abarca a) a temática e adequação às orientações curriculares, b) a abordagem feita ao assunto, c) a correcção do texto (escrito ou oral), d) as referências bibliográficas, e) a data e actualidade, f) o autor.

6 – Actividades – no «website educativo» é essencial a presença de actividades para envolverem os alunos na aprendizagem. Face a uma possível desorientação na web, temos as «actividades» que indicam um caminho e que fomentam “aprendizagem individual e colaborativa, incentivando o desenvolvimento de competências e motivando para a procura de informação”. As actividades podem ser: pesquisas orientadas, jogos, ou exercícios com correcção automática.

7 – Edição colaborativa online – em que os alunos (e professores) colaboram na realização de um mesmo trabalho ou projecto.

8 – Espaço de partilha – em que se disponibiliza os trabalhos realizados por alunos e professores. Pode ser muito estimulante para os alunos, uma vez que se esmeram na realização de um bom trabalho para partilharem com a comunidade.

9 – Comunicação – em que o «website educativo» seja um espaço em que os alunos, professores e encarregados de educação possam intervir. Pode ser importante para tirar dúvidas ou abrir um espaço de discussão de um tema. Pode-se utilizar o correio electrónico, fórum, chat, etc.


Referência bibliográfica:
Carvalho, A. A. (2005). Indicadores de Qualidade de Sites Educativos. Cadernos SACAUSEF – Sistema de Avaliação, Certificação e Apoio à Utilização de Software para a Educação e a Formação: Avaliação de locais virtuais de conteúdos educativos, Número 2, Ministério da Educação, 55-78. http://hdl.handle.net/1822/5922


Outro link: 

sábado, 17 de junho de 2017

A Lua

Por Iagor Souza


     A Lua, curta metragem cativante criado pelas mentes brilhantes da Pixar e dirigida por Enrico Casarosa, foi lançada nos cinemas juntamente com valente. Com as vozes de Krista Sheffler, como o garoto, Tony Fucile como o pai e Phil Sheridan como o avô, o projeto foi um sucesso e concorreu ao Oscar e Anny Awards no ano de 2012. 

    Conta a história de um menino que ajuda dois homens em um trabalho bastante peculiar, dentro de um barquinho de madeira, eles vão mar a dentro e esperam a lua chegar. Sobem até ela por uma escada e começam a varrer as estrelas que caem por lá.
     
     O curta é simples e encantador demostrando um trabalho que é passado de geração em geração e o conflito entre duas gerações de como passar seus conhecimentos para o jovem garoto, ao final o garoto e quem da uma lição para os dois adultos.
     esse curta traz uma massagem sobre a passagem de conhecimento de uma geração para a outra e sobre o trabalho em grupo.
    

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Educação a Distância: paradoxos, paradigmas e teorias educativas.

Fonte da imagem: https://goo.gl/0nI2IB

O advento da tecnologia trouxe à tona a era da informação. Através dos modernos aparelhos de comunicação e a conexão à rede mundial de computadores, todo e qualquer usuário tem a possibilidade de acessar informações dos mais diversos assuntos. Tal aspecto caracteriza o perfil democrático dessa "era da informação", contudo, no âmbito escolar, por conta de fatores como a capacitação docente e políticas de incentivo ao uso da tecnologia em sala, se revela um paradoxo que remete a uma repetição do tradicionalismo travestido de moderno, onde as práticas educativas se apropriam de recursos tecnológicos sem a preocupação de oferecer aos alunos aspectos como autonomia e coletivismos. A configuração de um novo espaço que evidencie a cibercultura em conflito com a escolarização formal reforça a quebra dos paradigmas vigentes, contribuindo para a construção de ações educativas emancipadores, que promovam a transforação social, numa perspectiva libertadora e participativa.

De acordo com os debates promovidos em sala de aula e seus estudos acerca da tecnologia na educação, discorra sobre "Educação a Distância: paradoxos, paradigmas e teorias educativas".

Sugestão de leitura:
SABBATINI. Fronteiras teórico-pedagógicas da educação a distância (EaD): entre paradoxos, paradigmas e novas teorias educativas. disponível em: https://goo.gl/zDE4Gn Acessado em: 14 de junho de 2017

terça-feira, 13 de junho de 2017

O papel da Coordenação Pedagógica

A função de Coordenação Pedagógica surgiu no Brasil na década de 20 com o objetivo de equilibrar, hierarquizar propostas e competências pedagógicas. Segundo as orientações da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB 9394/96), espera-se que o coordenador possua certa autonomia para organizar o trabalho pedagógico, procurando garantir no interior da escola uma gestão participativa e democrática. Entretanto, o que prevalece em algumas instituições de ensino são as dificuldades de se implantar uma gestão colaborativa, participativa e democrática. A Coordenação Pedagógica tem fundamental relevância no que se refere à formação dos professores, através de ações continuadas, bem como, orientações advindas da observação da prática pedagógica.

O coordenador pedagógico deve mobilizar os diferentes saberes dos profissionais que atuam na escola para levar os alunos ao aprendizado. Freire (1982) defende essa ideia ao descrever que o coordenador pedagógico é, primeiramente, um educador e como tal deve estar atento ao caráter pedagógico das relações de aprendizagem no interior da escola. Ele leva os professores a ressignificarem suas práticas, resgatando a autonomia docente sem, se desconsiderar a importância do trabalho coletivo.

fonte: http://2.bp.blogspot.com/-n4GoyyJz-_o/UHTDzx6CxhI/AAAAAAAAABA/I7f7uFeggqc/s1600/Sem+t%C3%ADtulo.jpg
Discorra sobre a o papel da Coordenação Pedagógica, argumentando perspectivas e realidades de acordo com seus estudos e suas observações das práticas reais no cotidiano de instituições de ensino.


Recomendação de leitura:
OLIVEIRA, GUIMARÃES. O papel do coordenador pedagógico no cotidiano escolar. disponível em: http://www.faculdadefar.edu.br/arquivos/revista-publicacao/files-19-0.pdf acessado em: 12 de junho de 2017





quarta-feira, 19 de abril de 2017

A utilização do Moodle


O moodle é utilizado na aprendizagem de ambiente virtual, com gerenciamento para criação de curso online. O aplicativo reúne de forma colaborativa programadores, designers, administradores, professores, e usuários do mundo inteiro. Não é somente utilizado no ambiente de suporte á educação a distância, mas também, como apoio a cursos presencias, formação de grupo de estudo, e treinamento de professores.


Pontos positivos:
Moodle é software livre e gratuito.
Pode ser baixado e usado em qualquer parte do mundo.
Suporta vários tipos de bases de dados.

Pontos negativos:
Não é um ambiente educacional brasileiro.
Não há grupos em EAD dedicados a pesquisa e desenvolvimento no moodle no país.
Ainda não há artigos acadêmicos relevantes.
Não permite alteração da estrutura do curso depois da publicação.

Componentes: Olga, Orlaneide, Maria Jacqueline, Josefa Larissa, Erica, Elizângela, Maria Luciana, Mirele, Tânia, Maria Joezila, Elly e Amanda. 

AVA: O que é ? Para que serve?

Fonte: https://goo.gl/XR4Dwx

AVA- Ambiente Virtual de Aprendizagem
O que é ? Para que serve? Para saber mais sobre as características, pontos positivos e negativos continue lendo...
São sistemas de software sobre metodologia pedagógica desenvolvidos para auxiliar na promoção de ensino e aprendizagem virtual ou semi-presencial. De modo simples, é um conjunto de elementos tecnológicos disponíveis na internet. É um local onde são disponibilizadas ferramentas que permitem o acesso a um curso ou disciplina.

Algumas características do AVA
•o acesso é feito através de login;
• Os usuários não cadastrados têm acesso restrito ao ambiente virtual;
• Os cursos são separados em “sala virtuais” e o acesso é restrito por código, senha ou inscrição;   
 • Oferece uma grande variedade de ferramentas de comunicação e interação (chat, fórum de discussão, correio eletrônico e portfólio).

Avaliando o AVA
Um dos pontos positivos é que eles facilitam o gerenciamento de cursos educacionais para seus estudantes, ajudando professores e aprendizes com a administração do curso. Além disso, permitem o monitoramento por parte do professor e estudantes do processo de aprendizado. Atuam como ferramentas para a educação a distância complementando o conteúdo dado em sala de aula. Possibilitam o acesso  a cursos superiores para aqueles que por diversos motivos não optaram pelo ensino presencial. Por outro lado, apesar de promover e estimular a interação entre professor-alunos e aluno-aluno nos cursos ou disciplinas Ead, isso nem sempre acontece. Muitos professores não se dispõem ou reservam um tempo específico para tirar dúvidas dos alunos; muitas vezes o aluno só entra no AVA para postar a resposta de alguma atividade e nem utiliza o fórum de discussão.




Aline Fonseca
Anaceli Santos
Elle dos Santos
Iagor Souza
Isabel Maria
Maria Lucielma
Ronne Santos
Tainara Ribeiro


Referências

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA (MEC).  O que são Ambientes Virtuais? Disponíveis em: < https://goo.gl/2QNjLa> Acesso em: 19 de abril de 2017.

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.  O Ambiente Virtual de Aprendizagem. Disponível em: < https://goo.gl/5oZGFu> Acesso em: 19 de abril de 2017.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Professor Também Precisa ser Plugado

Por Luciana Allan
Fonte: http://exame.abril.com.br/blog/crescer-em-rede/professor-tambem-precisa-ser-plugado/

fonte: http://tecnologia.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/debate-tecnologia-e-educacao-3/Tecnologia-e-Educa%C3%A7%C3%A3o-5.jpg
Alunos dos curso de Pedagogia da FISE
 

O latim professore quer dizer pessoa que professa, que declara, que manifesta algum saber. Já aluno tem procedência no verbo latino alere, referente a alimentar, nutrir, sustentar; ele é um ‘afilhado’ do professor.

Com a incessante adoção nas escolas de arsenais tecnológicos que vêm rapidamente transmutando modelos pedagógicos seculares, vestir a beca de professor se tornou tão desafiador para os que resistem às inevitáveis mudanças quanto empolgante para os defensores da urgência de levar a educação ao encontro das demandas do Século XXI.

O próprio significado da palavra professor já não faz completo sentido, cabendo melhor, acredito, a designação educador, com origem no latim educator – quem alimenta, orienta, prepara, e que também carrega na sua formação o verbo ducare, cujo significado é ‘conduzir para fora’.

Na medida em que surgem novas arquiteturas na construção de salas de aula, demolindo paredes e abrindo janelas para um mundo conectado, mestres e pupilos passam a estabelecer uma nova relação baseada não na transmissão unilateral do saber, mas no compartilhamento de informações e na construção coletiva do conhecimento.

Neste novo cenário, a formação dos docentes clama por um novo olhar em que não adianta apenas ser didático e saber ensinar o currículo específico. Apoiar o desenvolvimento dos estudantes da geração de nativos digitais implica, entre muitos desafios, em conhecer e orientar a como utilizar uma infinidade de recursos digitais que farão parte do futuro cotidiano profissional.

Em geral, a maior reivindicação de pais e dos próprios alunos é para que se façam mais investimentos na modernização das instalações, disponibilizando Internet em alta velocidade, computadores, tablets, softwares e tudo que acreditam ser essencial para uma escola estar devidamente equipada para formar as novas e futuras gerações.

É claro que este é o primeiro passo para começar a transformação. Porém, provavelmente irá se decepcionar quem acreditar que simplesmente instalar nas dependências escolares o que há de mais atual em tecnologia será suficiente para promover uma revolução no ensino.

Mesmo em países onde as tecnologias digitais já estão incorporadas no cotidiano escolar, fica claro que também é fundamental preparar os professores para atuar nesta nova realidade. Nos Estados Unidos, o último National Education Technology Plan revelou que os programas de desenvolvimento de professores ainda estão falhando em treiná-los para usar as ferramentas tecnológicas de forma efetiva.

Apesar de enfatizar a importância de reduzir as ‘diferenças digitais’ entre alunos que têm acesso as novas tecnologias daqueles que não têm, disponibilizando acesso a Internet e equipamentos, o relatório reforça que a prioridade é preparar os docentes para que saibam utilizar os novos recursos como ferramentas pedagógicas eficazes para melhorar o aprendizado.

Mesmo estando ainda muitos passos atrás de países mais desenvolvidos, principalmente pela falta de infraestrutura, nossos professores são favoráveis ao uso das tecnologias digitais na educação. Uma pesquisa recentemente divulgada pela Fundação Lemann indicou que 92% dos docentes brasileiros veem com bons olhos o emprego de materiais didáticos digitais de qualidade e consideram positivo receber formação profissional para aplicá-los em estratégias de ensino e aprendizagem.

A pesquisa TIC Educação 2014, realizada pelo CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), também mostrou que somente 37% dos professores de escolas públicas do País, formados no Ensino Superior, tiveram disciplinas ou receberam alguma capacitação de como fazer uso pedagógico das tecnologias, sendo que 67% deles aprenderam a utilizar por conta própria e 57% se matriculando em algum curso.

Um dado positivo da mesma pesquisa é que 96% dos professores já usam tecnologia e recursos obtidos na Internet para preparar suas aulas e atividades, porém apenas 28% deles compartilham estes conteúdos.

O maior desafio não é simplesmente incluir as tecnologias digitais na educação, mas manter-se atualizado com o surgimento todos os dias de novas ferramentas, aplicativos, hardwares e softwares que irão colocar – e já estão colocando – uma pá de cal definitiva no modelo giz, lousa, livros, carteiras enfileiradas e, principalmente, em professores despejando roboticamente conteúdos pré-moldados que os alunos jamais irão empregar e nem mesmo se lembrar na vida profissional.

Não há como negar que nossas escolas precisam muito mais que computadores e banda larga, assim como não há como ignorar o impacto que que elas continuarão trazendo ao processo educacional. Deixar de investir na formação de docentes para que estejam aptos a lecionar utilizando novos recursos pedagógicos certamente não é a decisão mais inteligente. Professor também precisa ser plugado ou será reprovado na Educação 3.0!

sexta-feira, 17 de março de 2017

Caligrafia Simples


Caligrafia Simples
Wecsley Oliveira

Sou homem de poucos amores e grandes ilusões
das cantigas entoadas no quarto frio
do amargo sabor da escuridão.

Sou homem de corte e colagem
Dos remendos de tiras literárias
Que se rasgam, se modificam e se fundem.

Sou homem de carenagem azulada
Exímio protótipo aerodinâmico
Amante dos vôos oceânicos e nados celestes.

Sou homem de infância estendida
Dançante em cirandas afoitas
Brincante com as luas e sóis.

Sou apenas um homem de caligrafia simples
Relator do meu relógio
Cantador dos meus delírios.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Tecnologias Educacionais (turma 2017.1) - Uma discussão entre os discentes do Curso de Pedagogia das Fise.

O advento das tecnologias digitais de comunicação e informação vem alterando padrões de comportamentos em diversos aspectos da nossa sociedade. Considerando os pilares da educação (aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser), como percebem a necessidade da escola diante desta evolução?

As novas formas de conduta social, advindas da evolução dos meios tecnológicos de informação e comunicação (TICs) trazem à tona novos paradigmas para o processo de ensino-aprendizagem. Como essas mudanças podem favorecer o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias para o indivíduo da sociedade moderna? É possível valorizar a autonomia do educando sem deixar de contemplar ambientes colaborativos de aprendizagem?




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